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FLORIPA, ILHA DO SILÍCIO // SILICON ISLAND, BRASIL

12 de abril de 2018

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COMO A CAPITAL CATARINENSE SE TRANSFORMOU NO POLO DE INOVAÇÃO MAIS BADALADO DO BRASIL


 

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O que faz uma cidade ser boa para empreender? Segundo a Endeavor Brasil, as cidades mais empreendedoras contam com alguns fatores chaves como: ambiente regulatório, acesso a capital, infraestrutura, incentivos para inovação, existência de clientes potenciais, cultura empreendedora e disponibilidade de profissionais qualificados.

Avaliando tudo isso, Floripa já ostenta uma invejável segunda posição no ranking, praticamente dividindo o topo do pódio com São Paulo. No índice específico de Capital Humano, Floripa lidera absoluta desde a primeira edição do ranking. O trunfo para atrair talentos do mundo inteiro não é nenhum segredo: as famosas belezas naturais da cidade, que também merece o título de Capital Turística do Mercosul, e índices crescentes de qualidade de vida. De acordo com o Atlas do Desenvolvimento Humano nas Regiões Metropolitanas Brasileiras publicado pelas Nações Unidas, a Região Metropolitana de Florianópolis ocupa o primeiro lugar no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) em todo o Brasil. É muita gente preparada e disposta a fazer o futuro acontecer. E recursos para isso não faltam.

Na cidade existem quatro fundos de capital de risco, duas incubadoras, duas aceleradoras, quinze centros universitários, dez institutos de pesquisa, além de programas de mentoria e troca de conhecimento entre executivos de empresas consolidadas e jovens empreendedores. É o ciclo completo para que as ideias virem negócios. De acordo com a Revista Exame, a cidade vive um boom no setor de tecnologia. Para o portal G1, Santa Catarina atrai investidores e registra crescimento das fusões e aquisições.

A capital catarinense tem se destacado no cenário nacional pela maturidade de seu ecossistema de inovação e tecnologia: startups têm cada vez mais acesso a capital de risco, seja por meio de investidores anjo, fundos de venture capital ou mesmo iniciativas como aceleradoras e programas de corporate venture. Casos recentes de startups locais vendidas para grandes empresas (Chaordic, em 2015 e Axado, no ano passado) e aportes vultosos (com os US$ 45 milhões captados pela Neoway e os US$ 16,2 mil pela Resultados Digitais) evidenciam como iniciativas catarinenses tem se tornado atrativas aos donos do capital

É por tudo isso que, nos últimos tempos, Floripa tem se consolidado como um destino e um ponto de partida para quem quer criar novos negócios a partir de novas ideias.

Assim sendo a Flex tem investido nessa área, por meio do Xlab – Laboratório de Inovação.