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Diretora e gerente Flex falam sobre mulheres no mercado de trabalho

08 de março de 2018

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Angela Casali e Sonia Mafra destacam desafios e refletem sobre o perfil da mulher moderna.


Elas ganham mais vez e voz ativa no mercado profissional, investindo na carreira e administrando com maestria a jornada de trabalho, recheada de compromissos, tarefas familiares, atividades com foco em desenvolvimento pessoal e lazer. Entenda o perfil da mulher moderna.

 

O relatório “Perspectivas Sociais e de Emprego no Mundo: Tendências para Mulheres 2018″, realizado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) e publicado neste mês, revelou que a taxa global de participação das mulheres na força de trabalho ficou em 48,5%. 4,4% a mais se comparado a pesquisa (sobre a participação delas no mercado profissional) feita pelo Ministério do Trabalho em 2017. Apesar de ainda não serem maioria , o crescimento revela que elas continuam empenhadas rumo a conquista do seu espaço no mercado de trabalho.

 A mulher moderna ganha mais vez e voz ativa, investindo na carreira e administrando com maestria a jornada de trabalho, recheada de compromissos, tarefas familiares, atividades com foco em desenvolvimento pessoal e lazer. E toda essa dedicação tem contribuído para que elas, aos poucos, estejam mais ativas em diferentes segmentos profissionais.


 

“O Dia da Mulher está completando mais de 100 anos. Durante esse tempo a participação delas no mercado de trabalho evoluiu muito. Até porque o perfil mudou! Hoje a renda da mulher faz parte do planejamento mensal da família. Contudo, o desafio ainda continua sendo a participação delas no topo da hierarquia, que ainda é bastante tímida frente as possibilidades existentes”, acredita Angela Casali, diretora de RH da Flex.

 

 

 

 

 


E se o desafio está na busca por melhores colocações no mercado, elas estão atentas as oportunidades. O empoderamento da mulher moderna, somada a vontade de reconhecimento na carreira, têm contribuído para que elas conquistem cada vez mais as organizações e, consequentemente, os cargos de liderança.

 

“Penso que a atitude da mulher é decisiva para conquistar espaço na liderança! Se a mulher assumir um papel de fragilidade ela não será vista com capacidade mínima para se tornar uma líder, pois na prática o que se espera dela, ou de qualquer líder, é que os resultados sejam atingidos de forma consistente, fazendo o que é certo e com o engajamento da sua equipe. Para isso será necessário tomar decisões no dia a dia, articular e negociar com as demais áreas, assumir responsabilidades. As empresas procuram pessoas competentes que contribuam para o resultado da companhia”, reforça Angela Casali.

 

No que depender delas, o cenário também é promissor quando se destaca, por exemplo, cargos de liderança em áreas relacionadas as engenharias e tecnologia. Se antes a presença dos homens era predominante, hoje elas mostram que chegaram para fazer a diferença.


 

 

“Acredito que a participação das mulheres no ambiente corporativo colabora muito no aperfeiçoamento de todos, considerando individualidades e possibilidade de formação de equipes cada vez mais competentes.  Uma equipe tem que ter como base o respeito pelas diferenças, colaboração e atitudes que agreguem conhecimento e proximidade. E a mulher moderna é extremamente engajada, dinâmica e multitarefa. Cada vez mais especializada, próspera e comprometida. Vejo com muita felicidade este crescimento em liderança e também na solicitação do mercado para que profissionais de TI tenham formação em gestão para assumir tais responsabilidades”, analisa Sonia Mafra, gerente de Tecnologia e Informação da Flex.

 

 

 

 


INCENTIVO

Algumas empresas também estão alertas a este novo perfil. Na Flex, por exemplo, dos 13 mil profissionais que atuam nas unidades de Santa Catarina e São Paulo, as mulheres representam cerca de 70% deste número.  De acordo com o presidente da empresa, Topázio Neto, a participação delas em diversos setores e cargos dentro da organização vem desde o princípio.

 

“Sempre tivemos consciência que, no nosso setor, a empregabilidade da mulher é muito forte. E entendemos que isso é um diferencial positivo pra gente. Elas são organizadas, dedicadas, multitarefas por natureza. E uma empresa que faz Gestão de Relacionamento tem que valorizar isso. Se hoje fizermos uma estatística da liderança na Flex, as mulheres são maioria. Incluindo média e alta gerência. Sempre abrimos possibilidades e igualdade de condições”, revela Topázio.

 

Além do incentivo ao desenvolvimento dentro da empresa, a Flex estimula seus profissionais com diferentes programas de capacitação e outros benefícios. Clique aqui para conhecer!