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A era do empreendimento social está chegando – Tendências de mercado

O empreendimento social surge para mudar a forma como as empresas atuam junto aos colaboradores, clientes e à sociedade em geral.


O empreendimento social nasce da transformação digital e de todos os desafios e mudanças que ela causa na força de trabalho, nas empresas, no comportamento dos clientes e nas tecnologias usadas no trabalho. Nesse cenário, cada dia mais a transparência é exigida nas relações em todos os setores da sociedade. Como resultado desse processo temos o crescimento veloz desse novo conceito de organização.

 

Um empreendimento social nada mais é do que toda organização cuja missão alia geração de lucros e receita com o respeito e apoio ao seu ambiente, bem como a valorização de toda a rede de partes interessadas. Ou seja, as métricas tradicionais como desempenho financeiro e até mesmo a qualidade de produtos e serviços foram ultrapassadas pelo impacto de uma organização na sociedade em geral.

 

Isso não é só uma questão de altruísmo, é fundamental para manter a reputação de uma empresa ou marca, para atrair, reter e engajar colaboradores e cultivar a lealdade de seus clientes. Atualmente, 65% dos CEOs entrevistados para uma pesquisa global da consultoria Deloitte feita em 2018, consideram que o “crescimento inclusivo” é uma das suas três principais preocupações estratégicas.

 

Essa mudança exige mais eficiência e produtividade das equipes, o que reflete na adoção de novas ferramentas de comunicação. Com elas, as organizações inteligentes estão reformulando práticas, espaços de trabalho e abordagens de liderança. Reuniões presenciais e reuniões por telefone, por exemplo, estão diminuindo, enquanto as plataformas de colaboração e aplicativos de mensagem estão em alta. O gráfico abaixo revela alguns dados interessantes sobre os canais de comunicação que serão mais usados nos próximos 5 anos:

 

flex relacionamentos inteligentes
Fonte: The rise of the social enterprise – 2018 Deloitte Global Human Capital Trends

 

Como podemos perceber, nenhum modo de comunicação será dominante e as novas tecnologias não vão substituir as antigas completamente. Porém está claro que os hábitos e ferramentas que as pessoas usam em suas vidas pessoais, migram para suas vidas profissionais. Hoje, 74% dos entrevistados usam regularmente mensagens de texto para comunicação pessoal e 32% deles esperam que seu uso aumente no trabalho, por exemplo.

Com as novas ferramentas, surge também o desafio para as lideranças de decidir quais delas usar e como usá-las, determinando quais são melhores para sua organização, equipes e tarefas com base em vários fatores, tais como cultura, ritmo de comunicação e nível de formalidade. O importante é criar padrões e diretrizes que alinhem a produtividade individual com a produtividade da equipe e da organização.

Concluindo, as empresas que desejam prosperar no século 21 e se transformarem em empreendimentos sociais devem incorporar tendências, perspectivas e vozes externas, mantendo relacionamentos positivos, não apenas com clientes e funcionários, mas também com comunidades locais, agências reguladoras e toda variedade de outras partes interessadas. E você? Já começou a transformar seu negócio num empreendimento social? Isso pode fazer toda a diferença para alcançar um novo status em termos de valor e permanecer relevante.

 


Fonte: The rise of the social enterprise – 2018 Deloitte Global Human Capital Trends


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16 de outubro de 2018

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